Blog · Marketing para advogados

Marketing para advogados

3 guias práticos · Mente Mestra

Advogado não perde cliente por falta de competência, perde por não ser encontrado e por confundir divulgar com captar. Este guia reúne o que faz o escritório crescer dentro das regras da OAB: autoridade por conteúdo, presença no Google, publicidade permitida e o limite entre atrair (permitido) e captar (vedado).

Comece por aqui
Como conseguir clientes na advocacia
Autoridade, indicação e presença digital que atraem sem captação, dentro da OAB.
Ler o guia →

Atrair cliente e autoridade

Publicidade na advocacia: o que a OAB permite
O que mudou com o Provimento 205: o que o advogado pode e o que não pode divulgar.
Ler artigo →

Google, publicidade e OAB

Como o advogado aparece no Google
Perfil da Empresa, conteúdo e avaliações para ser achado por quem já procura, dentro da OAB.
Ler artigo →

Marketing para advogados: o que é e o que a OAB permite em 2026

Marketing para advogados é tornar o seu trabalho conhecido e fácil de encontrar com conteúdo, presença digital e relacionamento, sem captar clientela nem mercantilizar a profissão. O Provimento 205/2021 da OAB diz isso no art. 1º: o marketing jurídico é permitido, desde que compatível com os preceitos éticos. Em 2026 ele continua sendo a norma de referência, embora esteja em revisão por um grupo de trabalho criado pela OAB em 2025.

Para entender qualquer canal, vale conhecer dois conceitos do provimento (art. 2º). A publicidade passiva só alcança quem buscou informação sobre você ou sobre o tema, como quem encontra o seu site no Google. A publicidade ativa alcança pessoas que não procuraram nada, como um post impulsionado no feed. As duas são permitidas no marketing de conteúdo jurídico, mas a ativa tem vedações extras, como falar das dimensões ou da estrutura física do escritório (art. 6º).

Canal por canal: para que serve e o que a OAB diz

Os canais que mais fazem sentido para advogados são Google e site, Instagram e LinkedIn, anúncios, WhatsApp e atendimento com IA. Cada um tem uma função diferente e uma regra específica no Provimento 205/2021 ou no Código de Ética e Disciplina.

CanalPara que serveO que a regra exige
Google (perfil e site)Ser encontrado por quem já procura advogado da sua áreaInformações objetivas e verdadeiras, com nome e número de inscrição na OAB (Código de Ética, art. 44)
Instagram e LinkedInConstruir reputação e ser lembradoPresença permitida; vídeos e lives sem casos concretos nem resultados (art. 5º, § 3º)
Google AdsAparecer na busca de quem pesquisa o temaPermitido quando responde a uma busca iniciada pelo potencial cliente, com palavras em consonância com a ética (Anexo Único)
Impulsionamento nas redesLevar conteúdo informativo a mais gentePermitido, desde que não seja publicidade com oferta de serviços jurídicos (Anexo Único)
WhatsAppAtender quem procura e manter contato com quem você conheceGrupos só com pessoas das suas relações; mala direta para uma coletividade é vedada (Anexo Único)
Chatbot e agente de IAResponder primeiras dúvidas e organizar o atendimentoPermitido sem afastar a pessoalidade nem o poder decisório do advogado (Anexo Único)

Cada canal tem um guia próprio: Google para advogados, Instagram para advogados, tráfego pago para advogados e agente de IA e OAB.

Quanto custa fazer marketing para advogados

Depende de quem faz. Sozinho, o custo é principalmente tempo. Terceirizado, é uma mensalidade de produção de conteúdo e, se houver anúncio, a verba de mídia à parte. Não existe tabela oficial de preço de marketing jurídico, então compare propostas pelo que está incluso, não só pelo valor.

Os 3 erros que mais travam o marketing do advogado

O problema mais comum não é falta de talento, é ordem errada. Estes três erros aparecem com frequência em perfis de escritórios e têm correção simples.

  1. Anunciar antes de ter base. Um anúncio que leva para um perfil parado ou um site sem informação gasta verba sem construir confiança.
  2. Falar de tudo. Quem posta sobre todas as áreas do direito não fica associado a nenhuma. Escolha uma ou duas para comunicar.
  3. Sumir por semanas. Quem chega por indicação abre o seu perfil para conferir. Um último post de meses atrás gera dúvida se você ainda atende.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre marketing jurídico e marketing para advogados?

Na prática, é o mesmo assunto com nomes diferentes. O Provimento 205/2021 usa o termo marketing jurídico e o define como a especialização do marketing destinada aos profissionais da área jurídica, com estratégias planejadas para alcançar objetivos do exercício da advocacia. Marketing para advogados é como a maioria das pessoas pesquisa o tema.

Advogado pode ter site e aparecer no Google?

Pode. Site e perfil no Google alcançam quem já está procurando informação, o que o provimento chama de publicidade passiva. As informações precisam ser objetivas e verdadeiras e trazer nome e número de inscrição na OAB, sem promessa de resultado nem menção a honorários como forma de captação.

Advogado pode usar o LinkedIn para se divulgar?

Pode. O Anexo Único do Provimento 205/2021 permite a presença nas redes sociais, desde que o conteúdo respeite o Código de Ética e o próprio provimento. As regras são as mesmas do Instagram: conteúdo informativo, sem casos concretos, sem resultados e sem autoengrandecimento.

Em quanto tempo o marketing para advogados traz clientes?

Não há prazo fixo. Reputação na advocacia é efeito acumulado: depende da área, da cidade, da concorrência, do atendimento e da constância ao longo dos meses. O que dá para medir desde o início é a organização: perfil completo, conteúdo saindo na frequência combinada e origem de cada contato registrada.

Marketing para advogados

Quer mais clientes sem ferir a OAB?

A Mente Mestra cuida do conteúdo, do Instagram e da presença no Google do seu escritório, dentro das regras da OAB, para você atrair cliente com autoridade. A partir de R$ 397 por mês.

Falar no WhatsApp